Na 2ª feira passada (9/11), o Estadão mostrou que esse plano inclui a imposição de um marco regulatório restritivo para a atuação de organizações da sociedade civil na Amazônia, proibindo aquelas que, na visão do governo, atentem contra o “interesse nacional”.
“Toda sociedade brasileira a se somar às iniciativas de defesa dos direitos dos povos indígenas e dos povos tradicionais e em apoio a luta na defesa da Amazônia, da democracia e dos direitos constitucionais.”
Em termos de responsabilidades, o desempenho do poder público é visto de forma negativa pelos brasileiros, que rejeitam majoritariamente a atuação da União
De toda maneira, a matéria destacou como empresas e investidores estão se aproximando para buscar caminhos para o desenvolvimento e a aplicação em escala maior dessa tecnologia nos próximos anos
Nem todos veem região como “almoxarifado do mundo”… Empresas, ativistas e cientistas dos países amazônicos têm propostas para preservação — unindo cooperação internacional, respeito a saberes tradicionais e a potência das florestas em pé
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes