*Por Maria Augusta Torres
Foi no fim de 2014 quando Cássio e eu chegamos para trabalhar no Instituto Socioambiental (ISA) em Altamira, no Pará. Havia...
A deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR), ruralista e aliada de Bolsonaro, terá como prioridade aprovar o Projeto de Lei da regularização fundiária, o PL da Grilagem, criticado por ambientalistas
Em tese, regiões intocadas e longe de interferências humanas numa floresta tropical não vêm à cabeça como local onde se esperaria encontrar declínio de populações de espécies de aves ou de quaisquer animais.
Não basta protestar contra a pirataria rural. É preciso converter em lei a proibição de derrubada da vegetação nativa, criminalizando severamente os predadores das matas
Dois grandes parceiros do Setor Produtivo - na busca da diversificação das matrizes econômicas para o Amazonas e região - sempre atentos e colaborativos, levantam neste oportuno artigo algumas das questões que envolvem o desenvolvimento sustentável, nosso modo de trabalhar há mais de meio século. Ao polemizar alguns conceitos, os autores jogam luzes para um debate construtivo e inadiável.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.