O momento exige visão estratégica, cooperação institucional e capacidade de articulação entre empresas, universidades, trabalhadores e governos. O Polo Industrial de Manaus nasceu justamente dessa convergência de esforços e dessa compreensão coletiva de que a Amazônia precisava de uma base econômica sólida para proteger seu território e gerar oportunidades para sua população.
O aniversário de 60 anos não será apenas um marco histórico. Será um insistente convite à atualização do debate. Se o mundo discute mercados de carbono, serviços ecossistêmicos e precificação da natureza, o Brasil precisa reconhecer que possui, na Zona Franca de Manaus, um modelo que articula indústria, soberania e preservação em escala real.
"Em um momento em que o Brasil discute soberania digital, inteligência artificial, semicondutores e reindustrialização verde, a UEA é credenciada pelo MCTI e simboliza...