Há 50 anos, o SINAEES-AM surge no coração da Zona Franca de Manaus com um propósito claro e inegociável: organizar, representar e defender um setor estratégico da economia nacional, responsável por impulsionar inovação, gerar empregos qualificados e promover uma nova lógica de desenvolvimento para a Amazônia, sem desmatamento e com responsabilidade social.
A inovação reduz cerca de 90% dos custos em relação a inventários florestais tradicionais, ao mesmo tempo em que aumenta a precisão e a eficiência do mapeamento da Amazônia e monitoramento ambiental.
"O Amazonas e a Amazônia são grandes e precisarão de muito esforço para seu desenvolvimento responsável, em uma natureza imensa, mas finita e, principalmente,...
Dom Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus e candidato a sucessor do papa, tem se destacado por sua atuação firme em temas alinhados ao pontificado de Francisco, como a defesa do meio ambiente, especialmente da Amazônia; conclave se inicia na quarta (07).
O tempo da Amazônia é agora. O tempo das universidades também. Que essa convergência de caminhos se consolide como um pacto interinstitucional pela Amazônia viva, inteligente e justa — com sua floresta em pé e suas populações protagonistas do próprio destino.
A recente decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que reconheceu a validade dos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus e impediu a glosa dos créditos de ICMS por parte do estado, foi comemorada com discrição por representantes da indústria da Amazônia. Discrição, porque a vitória jurídica não elimina o principal problema: o Brasil teima em ignorar a Constituição quando se trata da Amazônia. É o que afirma Nelson Azevedo, empresário e dirigente industrial com longa trajetória de defesa do Polo Industrial de Manaus (PIM) e da Zona Franca como plataforma de desenvolvimento nacional e proteção ambiental.
Nesta entrevista ao Brasil Amazônia Agora, Azevedo analisa os efeitos da decisão judicial, os riscos da interpretação da Reforma Tributária e a recorrente tentativa de esvaziar o modelo que, há mais de 50 anos, transforma a Amazônia em território produtivo. Com lucidez, o líder empresarial sentencia: “A Justiça só está cumprindo o que a Constituição manda. Ingênuos são os que acreditam que a reforma tributária nos trará tranquilidade”.