A edição desta quarta-feira (17) do programa Bem Viver traz os novos capítulos da campanha Brasil Sem Veneno, uma iniciativa dos veículos de jornalismo investigativo De Olhos Nos Ruralistas e O...
A “boiada” antiambiental promovida pelo atual governo e seus aliados no Congresso não corre por nada. Por trás dela, estão boiadeiros ocultos, com muito...
Segundo agrotóxico mais usado no Brasil, 2,4-D aumenta riscos de mortalidade para peixes e aves
Por Suzana Camargo
No começo deste ano, organizações da área ambiental...
O inseticida Carbofurano, agrotóxico cuja venda é proibida no país, foi usado para envenenar as onças-pintadas. Carcaças foram encontradas em junho de 2021, já em estado de decomposição
Com apenas 0,01% de sua área utilizada para produzir a commodity, o Pantanal está vulnerável justamente pela condição que o faz único: as águas que o inundam anualmente carregam consigo resíduos dos agrotóxicos da região que mais usa pesticidas no Brasil
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.