Para abraçar a Amazônia, basta reparar como o Brasil fez com a Embrapa, para empinar o agronegócio, ou com a crise de petróleo dos anos 70, quando o Brasil criou o ProÁlcool, que findou beneficiando apenas o Sudeste e o ProÓleo, que deveria beneficiar a Amazônia com o biodiesel, na mesma ocasião. Abraçar é reconhecer, reafirmar, se comprometer e cuidar. Grandes abraços da Suframa, portanto, e um especial abraço a seu novo gestor, com declaração de voto, apoio e disponibilidade em favor do Amazonas, da Amazônia e em prol do Brasil. Aquele abraço!
A volta da fiscalização ambiental do IBAMA parece que deixou alguns políticos insatisfeitos, especialmente aqueles ligados às atividades econômicas que vivem tropeçando quando o...
A isenção ou redução tributária é sempre para um propósito. No Brasil estamos discutindo tributos sem deliberar sobre seus propósitos. Estamos deliberando sobre ganhos...