Na Amazônia, cerca de 300 mil pessoas dependem da cadeia produtiva da castanha para a sua subsistência. Quase 190 municípios promovem atividades comerciais com...
Lançado pela Embrapa Cerrados (DF) no último dia 27 durante a feira de tecnologias AgroBrasília 2023, o livro Pitaya: 200 formas de utilização em receitas...
“Os escoceses e as demais nações presentes na Conferência das Partes em Glasgow, 2021, conheceram, através de Sérgio Vergueiro e Muni Lourenço, associado e presidente da FAEA, respectivamente, o que significa empreender na Amazônia. Em outras palavras, é preciso estudar, amar, se comprometer, trabalhar em mutirão, e manejar com sabedoria, tecnologia e responsabilidade os recursos naturais em favor do tecido social, dentro do conceito universal de sustentabilidade, visando a construção justa e equitativa da prosperidade geral”.
Pesquisadores do Laboratório de Bioquímica de Plantas da Universidade Estadual de Maringá (Bioplan-UEM) e do Laboratório de Fisiologia Ecológica da USP (Lafieco-USP) conseguiram aumentar...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.