De acordo com o documento, essas mudanças poderiam tirar quase 500 milhões de pessoas da fome, dobrar a renda de 545 milhões de pequenos agricultores de países mais pobres e cortar as emissões do setor.
Até 10 empreendimentos e cooperativas serão escolhidos. Segundo o Ministério da Agricultura, será dada prioridade a produtores da agricultura familiar, mas agroindústrias e empresas do setor de orgânicos também poderão se inscrever.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.