Além de movimentar a cadeia de produção de fibras de juta e malva na economia local, o festival impulsiona fortemente a demanda por alimentos, especialmente aqueles que proporcionam uma experiência gastronômica regional autêntica.
Se a agricultura do passado foi extrativista, a do presente precisa ser regenerativa. E a agricultura do futuro, sem dúvida, será feminina, inclusiva, biológica...
A intensificação das secas na Amazônia, com impactos diretos sobre a navegação e o abastecimento, expõe a fragilidade logística da região e recoloca a BR-319 no centro de uma agenda que envolve soberania, cidadania e segurança estratégica.