Em reunião dos Brics, o presidente brasileiro chamou de "neocolonialismo verde" a iniciativa de países de condicionar acordos econômicos com uma roupagem verde e demagógica.
Mas os efeitos da seca não se limitam à insegurança hídrica e alimentar. Para muitas famílias, debilitadas pela falta de chuva e de comida, “vender” suas filhas em troca do dote da família do noivo virou uma alternativa para se obter recursos e se “livrar” de uma boca para alimentar e proteger.
Nessa jornada, que exige espíritos atentos, em processo constante de aprendizagem, todos aprendemos que é preciso substituir a ganância pelo trato da delicadeza diante do valor das joias mais do que raras. Estamos falando de Amazônia. É preciso, portanto, chegar mais perto dessa movimentação, contribuir com o desafio de decodificar seus enigmas e indagar - parodiando o raciocínio do lendário presidente norte-americano, J.F. Kennedy, “mais do que saber o que a Amazônia pode fazer por mim, importa dizer o que eu posso fazer para cuidar deste tesouro chamado Amazônia.
Entre 2013 e 2019, o equivalente a 32 milhões de hectares de florestas tropicais foram desmatadas ilegalmente para produção de itens como soja, carne bovina e óleo de palma. Brasil é um dos líderes no ranking
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.