Em 2022, um ano de incertezas e indefinições vai exigir que estejamos mais unidos, especialmente em torno das instituições, organismos e entidades que estejam fazendo a coisa certa, ou seja, aquilo que a Lei determina. Essa união vai nos ajudar a cumprir nossa responsabilidade social na geração de emprego e compromisso ambiental de proteção florestal.
Isso tem que mudar. O banco não pertence a seus presidentes e diretores. Os proprietários do banco são nossos irmãos ribeirinhos que, obrigados por recompensas miraculosas, perderam saúde e vida nas matas perigosas da Amazônia para ajuda a quem lhes virou as costas. Seus descendentes, que esperaram mais de 50 anos pela compensação financeira, hoje carecem de transparência e eficiência a seu favor.