INPE: queimadas crescem 116% na Amazônia em julho

Mesmo com decreto de Bolsonaro proibindo a realização de queimadas em todo o país, a Amazônia registrou quase 5 mil focos de incêndio no último mês. De acordo com o INPE, foram identificados 4.977 focos de calor na região em julho passado, um aumento de 116% na comparação com o número de queimadas registradas no mês anterior. Na comparação com julho de 2020, a  queda é de 27% (6.803).

Quase metade dos focos de incêndio na Amazônia no último mês se concentrou em apenas dois estados – Pará (1.372) e Amazonas (1.173). Porto Velho (RR) liderou a lista de municípios com maior número de queimadas em julho, com 340 focos, seguido por Lábrea (AM), com 251; Apuí (AM), com 249; e Altamira (PA), com 228.

A partir de informações do Greenpeace Brasil, o G1 elencou as áreas protegidas mais afetadas pelas queimadas na Amazônia. Entre as Unidades de Conservação (UCs), o top 3 é formado pela RESEX Chico Mendes (61 focos), APA Triunfo do Xingu (46) e FLONA de Altamira (39), todas no Pará. Já entre as Terras Indígenas (TIs), lideram o ranking as TIs Parque do Xingu (62 focos), TI Zoró (23) e TI Aripuanã (20), todas no Mato Grosso. Poder360 também destacou os dados das queimadas em julho na Amazônia.

Fonte: ClimaInfo

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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