Ricardo Salles sairá no dia D e na hora H

Após a saída do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e as mudanças no Ministério da Defesa, na Advocacia Geral da União, na Secretaria de Governo e na Justiça e Segurança Pública, ventilam nos corredores de Brasília e nas falas de deputados e assessores que o próximo na fila seria o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. As notas incluem falas e líderes de partidos que integram o chamado centrão, que compõem a base aliada do governo. A despeito da má-fama dentro e fora do país, Salles é o sonho da bancada ruralista. Comandando uma equipe afinada, conseguiu – extinguindo portarias, desfazendo conselhos e mudando entendimentos internos –, que pautas importantes do ruralismo virassem realidade. Por que trocar alguém tão competente em desmontar políticas públicas apenas para fazer acenos aos mercados internacionais, que ameaçam parar de comprar do país? amenizar o discurso e emplacar pautas positivas cosméticas o ministro já sabe fazer. 

Na penúltima vez em que foi ventilado que Salles sairia, Bolsonaro veio a público dizer que o ministro representaria o país na COP 26, em novembro de 2021. Agora, retruca que Salles não está na lista, pois não está mesmo. 

Fonte: O Eco

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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