Agora cabe decidir se vamos nos contentar com o que ela consegue recuperar sozinha ou se vamos assumir a responsabilidade de reconstruir aquilo que já começou a se perder.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.
“E as estatísticas revelam que, a despeito da crise, nunca foi tão graticante vivenciar a Amazônia, degustar seus sabores, aspirar seus aromas, viajar em seus encantos e formatação criativa de novos negócios, de seu fantástico patrimônio natural.”
“A Amazônia e o Amazonas não podem depender de outros pensadores que não aqueles que já estão por aqui. Que nestas reflexões de 2019 para 2020 comecemos a trazer para nós uma nova análise crítica sobre a realidade e uma responsabilidade sobre o que e como fazer as construções do presente para o futuro da região, em prol de nós mesmos.”
Por Antônio Silva. “ É demagógico o "nós contra eles", pois somos passageiros da mesma agonia nacional. Por isso, questionamos o editorial desta Folha, em que a economia da ZFM aparece como a vilã da política fiscal, com apenas 8% de contrapartida fiscal do Brasil, compartilhado com Acre, Amapá, Rondônia e Roraima.“
“Gerar emprego aqui significa conservar o patrimônio natural e ajudar o Brasil e o Mundo a respirar melhor e reduzir desastres ambientais de acordo com a Ciência.”
“A rigor, o trabalho – que não menciona a orgia fiscal do sistema financeiro - sugere, ao menos no caso do Amazonas, o desconhecimento do papel que, por exemplo, o Polo Industrial de Manaus representa na ativação de 80% na economia estadual e outros tantos no fomento regional e nacional de oportunidades.”
“Considerar uma rodovia no meio do Amazonas sem respeito ao meio ambiente é tão ou mais estúpido quanto não recuperar a BR-319. Tomara que nosso país não cometa os dois erros em sequência.”
Agora cabe decidir se vamos nos contentar com o que ela consegue recuperar sozinha ou se vamos assumir a responsabilidade de reconstruir aquilo que já começou a se perder.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.