A Zona Franca da Bioeconomia, em parceria com a Zona Franca de Manaus, pode representar mais do que uma resposta aos desafios regionais, mas um modelo para o mundo. Na COP 30, o Brasil tem a chance de apresentar ao planeta uma Amazônia que prospera sem destruir, que cresce sem desmatar e que lidera sem deixar ninguém para trás.
O viveiro atende às demandas da região e reduz custos e perdas relacionadas à logística, com capacidade para produzir 330 mil mudas de café agroflorestal por ano
No Polo Industrial de Manaus, a implementação de soluções baseadas na logística reversa pode representar um salto de qualidade no desempenho ambiental da indústria local, reforçando seu compromisso com a floresta em pé e com o desenvolvimento sustentável da Amazônia
“A história da doação de alevinos de tambaqui é um exemplo de como decisões estratégicas podem transformar realidades. O gesto de Mestrinho inaugurou uma...