“A Amazônia e o Amazonas não podem depender de outros pensadores que não aqueles que já estão por aqui. Que nestas reflexões de 2019 para 2020 comecemos a trazer para nós uma nova análise crítica sobre a realidade e uma responsabilidade sobre o que e como fazer as construções do presente para o futuro da região, em prol de nós mesmos.”
“Como assegurar que o Brasil cumpra integralmente os compromissos assumidos?; Quais são as metodologias e tecnologias que permitam ao país honrar seus compromissos internacionais?”. Entre outras questões debatidas na USP em novembro último, sobre os Compromissos do Brasil no Acordo do Clima.
É hora de rever o que queremos como nação. É hora de impor a sustentabilidade de ações sérias, de governança, para que, de fato, possamos ter um país a trilhar o desenvolvimento contínuo, sem sobressaltos e retrocessos.
Olho: ”Além de muito mato, aqui tem bicho homem querendo virar cidadão. Derrubar a floresta de forma predatória é, sim, crime de lesa-pátria, mas não tão grave e violento como negar às novas gerações a oportunidade de conquistar a prosperidade sustentável como sabemos fazer...”