A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
A transformação da Amazônia em um centro de bioeconomia sustentável está moldando um futuro em que inovação e conservação caminham juntas, impulsionando o desenvolvimento econômico sem comprometer o meio ambiente.
Nesta semana, no Dia Internacional do Meio Ambiente, o governo federal anunciou, com pronunciamento da ministra Marina Silva e sem muita repercussão na imprensa, a Estratégia Nacional de Bioeconomia por meio do Decreto nº 12.044. A novidade traz esperança para alguns, por prometer ser um passo significativo para a promoção de um desenvolvimento sustentável e inclusivo na Amazônia.
Para entender melhor as implicações e os desafios desta nova legislação, Alfredo Lopes, do portal BrasilAmazoniaAgora entrevistou Carlos Gabriel Koury, diretor do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) e coordenador do Programa Prioritário de Bioeconomia da Suframa, o PPBio. Durante a conversa, Koury destacou a importância de aprimorar a cooperação entre diferentes setores, desenvolver instrumentos financeiros que incentivem práticas sustentáveis e investir em educação e capacitação profissional.
Brenno Amaro, professor do Instituto de Química da UnB, trabalha há anos para desenvolver a arbolina, um biofertilizante sustentável que pode aumentar a produção de uma cultura em até 40%, sem nenhuma toxicidade
“Para isso, é necessário um esforço conjunto de governos, instituições de pesquisa e a iniciativa privada para garantir que a oferta do tucumã seja constante e sustentável, beneficiando tanto a economia local quanto o tecido social e a utilização inteligente da biodiversidade da Amazônia, transição para a diversificação.” sumiço do Tucumã
Qual a real perspectiva da bioeconomia na Amazônia, aliando ciência, tecnologia e saberes tradicionais? Podemos superar o Complexo de vira-lata e ver o Brasil se transformar em um líder global da economia verde? De fato há um imenso e crescente espaço e um grande potencial na exportação de produtos e soluções de bioeconomia oriundos da biodiversidade amazônica
Amazonas - chegou o momento de nos capacitarmos para criar veículos autônomos e drones. Quando vamos debater esse assunto? Precisamos deixar de relacionar a...
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