A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Inovação e sustentabilidade se encontram nas iniciativas empresariais que adotam a bioeconomia como modelo para transformar resíduos em recursos valiosos e impulsionar o crescimento...
"'Bioeconomia para quem?' é um convite à ação, a disseminação e ao debate em ambiente comunitário, e até escolar e universitário, na busca de transformar o conhecimento científico em políticas públicas e ações práticas. A bioeconomia, pois, pode ser uma ferramenta poderosa para promover a vida e combater a violência, integrando esforços de diversas áreas do conhecimento e promovendo uma nova era de desenvolvimento sustentável para a Amazônia."
“Momento seguinte começam em Manaus e em São Paulo os Workshops sobre Bioeconomia, sob a batuta de Adalberto Val, Jacques Marcovitch, Vanessa Pinsky, com foco nas Cadeias de Valor do Açaí, Cacau, Pirarucu e da Meliponicultura na Amazônia Brasileira. INPA, USP, UEA, UFAM, UFPA e muitos outros institutos e pesquisadores convidados. Daí, em junho de 2024, foi lançada a emblemática questão que irá ressoar por toda a Amazônia. BIOECONOMIA PARA QUEM?”
Líderes globais e autoridades nacionais do G20 se encontram e discutem soluções sustentáveis para o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental, destacando o papel crucial da Amazônia e das comunidades tradicionais.
Iniciativas sustentáveis no Pará estão transformando resíduos em produtos valiosos, mais iniciativas podem ganhar fôlego depois do decreto que fortalece a Bioeconomia e Conservação Ambiental, atrelados a promoção o desenvolvimento social
Iniciativas de revitalização impulsionam a produção de borracha na Amazônia, prometendo dobrar a produção sustentável e resgatar a identidade cultural dos seringueiros
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas