“Nós queremos assinalar que os fundos necessários para o polo de Bioeconomia já são produzidos pela indústria. Basta que não sejam mais contingenciados como vem ocorrendo historicamente”.
_“ há um desafio simples e técnico que se pode fazer às indústrias incentivadas do Polo Industrial de Manaus: quem fica se houver a BR-319 asfaltada e até duplicada, mais 2 portos privados e mais um aeroporto, porém sem os incentivos fiscais?”
Reafirmo, aqui, com todas as letras, que os recursos que a indústria recolhe deveriam ser usados em novas matrizes econômicas. Ponto final. Se acabarem com as indústrias, não vai ter Bioeconomia, nem geoeconomia, nem nada.
Desta forma, demos um passo definitivo na reestruturação da nossa interlocução Amazônica com o restante do Brasil. É imperativo da realidade global, precisamos alinhar a narrativa e falar em negócios e oportunidades sustentáveis.