A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
A batalha é antiga, porém incessante. Dois desses programas estão rodando a duras penas e dependem da burocracia para decolar. Já poderiam ter alcançado as estrelas. Um deles é o de Bioeconomia - nossa vocação natural - e o outro, base da indústria 4.0, é Tecnologia da Informação e da Comunicação. Trata-se de uma teimosia fecunda e promissora saída, se nós, os nativos e os chegados, em mutirão, resolvermos fazer mais por nós mesmos.
Esperamos que de fato a reforma tributária gere ganhos significativos sobre a produtividade e a renda, elevando o potencial de crescimento do país. Que seja também feita a simplificação do sistema, que onera em demasia as empresas, e eliminada a multiplicidade de leis, por fim que seja procedida a desoneração dos investimentos e das exportações.
A ZFM, desde a sua criação, prorrogações, marco constitucional e diversos altos e baixos, após cada reforma, parece não enfrentar os maiores dissabores em...
“Trata-se de uma cruzada cívica, amazônica, democrática, climática, e global, para assegurar o resgate da Amazônia e de nossa gente, propiciando-lhe, em estado permanente, emprego, renda e oportunidades de produção industrial adicional e sustentável de fármacos, dermocosméticos e alimentação funcional, uma revolução/pacificação do país pelo conhecimento e distribuição dos benefícios desta esfinge florestal, natural e libertária”.
“A economia da Amazônia precisa, indubitavelmente, de seus representantes parlamentares para comandar suas instituições estratégicas - como a Superintendência da Zona Franca de Manaus -, com a sensibilidade humana e econômica rigorosamente à flor da pele, norteando seus atos para enfrentar os anti-Amazônia, os pró-destruição da floresta e de seus povos.”
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas