Para o presidente do Cieam, Wilson Périco, a região precisa buscar novas alternativas econômicas. “E entra também na questão de desenvolvimento das atividades econômicos além dos muros da capital. Aí não depende do modelo Zona Franca. Estou falando em desenvolver as novas matrizes dentro das potencialidades do nosso estado”, afirmou.
Destaque pode ser dado a duas dessas amazonidades: o Polo Industrial de Manaus e os Rios Voadores. Estes contribuem decisivamente com o crescimento e robustez do agronegócio e abastecimento dos reservatórios do Sudeste, basta determos o desmatamento e queimadas da Hileia. A outra amazonidade é o Polo Industrial de Manaus, a economia que anda de mãos dadas com a ecologia, que gera cerca de 500 mil postos de trabalho, e ajuda a evitar que a floresta seja usada como meio de sobrevivência.
E quem vai bancar a antecipação desta utopia? Quem vai assinar a carta de crédito desse mutirão de empreendedorismo? Como transformar nossas instituições de ensino, qualificação técnica, científica e crítica na base que vai amparar o novo tempo de uma economia da sustentabilidade amazônica?
Trata-se de uma presença e trajetória que se confundem com as raízes da indústria e do desenvolvimento amazonense, desde épocas anteriores ao atual Programa Zona Franca de Manaus. Uma de suas grandes contribuições foi o círculo da juta e da Malva como alternativas eficientes e de substituição do ciclo da borracha na geração de empregos e renda pelo beirarão amazônico.
“Quanto mais detectarmos esta comunhão de propósitos complementares, mais benefícios a economia e a própria academia poderão auferir, resultando no crescimento integrado da atividade fabril que evolui na medida em que se integra no campo da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico com a universidade que mantém”, Cleinaldo Costa, reitor da UEA.
“Quanto mais detectarmos esta comunhão de propósitos complementares, mais benefícios a economia e a própria academia poderão auferir, resultando no crescimento integrado da atividade fabril que evolui na medida em que se integra no campo da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico com a universidade que mantém”, Cleinaldo Costa, reitor da UEA.