A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Os argumentos da prosopopeia ambiental, portanto, são risíveis, pois a estrada seria a melhor maneira de evitar a depredação e brecar outras atividades ilegais. Proteção e integração foram os pilares originais do conceito e valor que deram origem BR-319 e à própria Zona Franca de Manaus no governo que as implantou há quase 50 anos. Com efeito, não há outro meio de resguardar um estoque natural sem lhe conferir base econômica.
Objetivo é conhecer modelos internacionais para aprimorar desenvolvimento da tecnologia no Brasil. Haverá reuniões na Suécia, Finlândia, Coreia do Sul, Japão e China.
O problema maior é o seguinte: o desenho da política industrial e a maneira com que o setor se desenvolveu nos últimos 15 anos foi absolutamente equivocado e estava fadado ao fracasso.
Como seguir falando que a BR-319 não deve ser construída? Alguns ambientalistas alegam que no trajeto existem espécies gralhas e macacos em riscos de extinção. Isso é um problema? Sim. Tem solução? Claro!!! Como é possível cuidar dos estoques da biodiversidade sem atribuir uma função econômica ao bem natural?
De acordo com a confederação, a queda mostra a elevada incerteza com relação à evolução da pandemia do novo coronavírus e ao desempenho da economia nos próximos seis meses.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas