A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Esse é um momento muito relevante para que o Pará possa ver concretizado um projeto histórico para a estrutura logística do nosso Estado. Assinamos o projeto para a Ferrovia do Pará. Isso representará investimentos, geração de empregos, desenvolvimento para vários municípios ao longo do trajeto do projeto e, claro, agregando logística ao nosso Estado, disse o Helder Barbalho em encontra na China.
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o objetivo é aprofundar as relações com o banco chinês do ponto de vista do financiamento, para acelerar os investimentos em setores estratégicos como transição energética, saneamento, tecnologia, mobilidade urbana e infraestrutura.
Na viagem de Lula para o principal parceiro comercial do Brasil, foram assinados uma série de memorandos firmando novas parcerias em busca da industrialização de ambos os países. Entre os assuntos de interesse ambiental está a atração de investimentos em energia renovável, infraestrutura verde, manejo sustentável de florestas, tecnologia e inovação
Engenharia, como área do conhecimento, é sobretudo um instrumento de soluções práticas para problemas concretos. Com essa premissa, como é possível enquadrar os diversos tipos de engenharia para o desafio de empreender na Amazônia? Para responder a essa questão fundamental, dois pós-doutores integralmente dedicados à compreensão do bioma amazônico, e suas demandas de engenharia, produziram esta valiosa contribuição que publicamos com absoluta exclusividade. Confira.
“Ele descobriu ainda outro embaraço ainda mais crucial: ao poder público não importava resolver essa restrição portuária. Portanto, era fácil compreender porque o Polo Industrial de Manaus estaria condenado a recorrer permanentemente às alternativas existentes.”
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A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas