Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura
"O barco está cheio". É como se fôssemos o Titanic afundando, e os botes para escapar do barco não são suficientes. Precisamos então de políticas públicas para um maior controle da população.
Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura