A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.
“Enquanto os esforços europeus buscam cadeias de suprimento não vinculadas ao desflorestamento, a atual tendência crescente de desflorestamento no Brasil está tornando cada vez mais difícil para empresas e investidores atender a seus critérios ambientais, sociais e de governança”.
Mesmo nos ambientes onde queimadas são naturais, como no Cerrado, as mudanças no regime de fogo para além do que esses ambientes conseguem suportar colocam em risco várias espécies, inclusive a humana.
Na próxima quinta-feira, 17, o Idesam e a Página22, em parceria com uma série de instituições, realizarão mais um evento em sequência de uma Série de debates sobre a Nova Economia da Amazônia. Desta vez, o tema abordado será Biotecnologia e Inovação: Como promover investimentos em P&D e Negócios Disruptivos.
Como diz Denis Minev, um de seus conselheiros, “O IDESAM tem dado alguns passos para desenvolver uma Bioeconomia um pouco diferente, uma Bioeconomia que não toca nem depreda a floresta, mas retira a inteligência a partir da floresta para desenvolver outros produtos e outras frentes empreendedoras”.
A estimativa é que o prejuízo para a União seja de R$150 milhões, em multas não recolhidas e descumprimento de embargos em áreas ambientais sensíveis da Amazônia Legal.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.