Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.
A iniciativa pioneira, no Brasil, busca oportunidades de implementação de negócios sustentáveis para aproveitar os diferenciais competitivos do bioma Amazônia
O Brasil já tem mapeados caminhos, como o projeto em Santarém, para tornar viáveis mais e melhores negócios sustentáveis na Amazônia. Outro exemplo do bom uso da biodiversidade da região é a iniciativa Inova Amazônia, do Sebrae Nacional.
De acordo com o INPE, o total de queimadas no Amazonas, palco da excursão diplomática, chegou a 16.333 em 2020, sendo 153 focos ativos apenas nos primeiros dias de novembro. Este já é um recorde anual histórico para o estado.
Temos um papel muito ambíguo. É um paradoxo: investimos bilhões de reais para proteger a floresta amazônica. Temos muito orgulho disso e somos muitas vezes elogiados por essa iniciativa. Ao mesmo tempo, investimos pelo menos cinco vezes mais recursos financeiros em atividades que destroem a mesma floresta. É claro, sabíamos que o governo norueguês, assim como nossa indústria, tinha investimentos em setores duvidosos. Mas fiquei surpreso com a escala dos investimentos nesse lado mais sombrio em relação às questões ambientais e de direitos humanos.
Dois grandes parceiros do Setor Produtivo - na busca da diversificação das matrizes econômicas para o Amazonas e região - sempre atentos e colaborativos, levantam neste oportuno artigo algumas das questões que envolvem o desenvolvimento sustentável, nosso modo de trabalhar há mais de meio século. Ao polemizar alguns conceitos, os autores jogam luzes para um debate construtivo e inadiável.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.