Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.
Na 2ª feira passada (9/11), o Estadão mostrou que esse plano inclui a imposição de um marco regulatório restritivo para a atuação de organizações da sociedade civil na Amazônia, proibindo aquelas que, na visão do governo, atentem contra o “interesse nacional”.
Dentro da programação do evento, a bioeconomia foi tema-chave na agenda ocorrida na manhã desta terça-feira entre representantes da Suframa, Sudam, Banco da Amazônia e Embratur.
Renato Ochman ressaltou que além de apresentar tecnologias israelenses para a Amazônia, o evento também abrirá as portas para iniciativas de empreendedorismo local que atuam no segmento tecnológico e buscam apoio.
“Toda sociedade brasileira a se somar às iniciativas de defesa dos direitos dos povos indígenas e dos povos tradicionais e em apoio a luta na defesa da Amazônia, da democracia e dos direitos constitucionais.”
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.