Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam
“Ao enxergar o Amazonas como solução, a Zona Franca e o bioma se afirmam como plataforma de empregos, arrecadação e inovação produtiva, articulando logística,...
“A BR-319 pode ser um bom exercício de conciliação para uma política real, que concilie os interesses nacionais com o curto, médio e longo prazos, para benefício...