Iniciativa é de parceria da Suframa com o Idesam e premiou os nove maiores investidores do Programa Prioritário de Bioeconomia na 2º Festival de Investimentos de Impacto e Negócios na Amazônia
A economia formal da Amazônia, baseada em compensação fiscal, chamada Zona Franca de Manaus, teve seus direitos constitucionais prorrogados por 10 anos em 2003, pelo governo Lula e, em 2014, por mais 50 anos, no governo Dilma. A chance do governo que já começou abandonar a ZFM à própria sorte, com seus acertos de desenvolvimento regional, por suposto, é zero, como é zero a chance da permissão ao garimpo ilegal, ao desmatamento criminoso ou ao contrabando de madeiras na Amazônia. Essa é nossa expectativa e convicção.
Planejar o desenvolvimento sustentável da Amazônia Ocidental exige uma conexão de fortalecimento e complementariedade com o Projeto ZFM e seus componentes de ações governamentais...
Em premiação inédita, evento destaca companhias do Polo Industrial de Manaus que mais aportam recursos no Programa Prioritário de Bioeconomia, com contribuição para as...
A síndrome de Estocolmo deve dar lugar ao reconhecimento da Zona Franca de Manaus não à sua remoção, ou a seu sangramento socioeconômico e ambiental. De nossa parte, precisamos alinhar esforços e narrativas do colaboracionismo para a sonhada interlocução nacional. Temos muito a oferecer à nação.
Coordenada pelo Idesam, iniciativa da Suframa já teve mais R$26 milhões em projetos de startups e institutos de tecnologia em prol da bioeconomia na Amazônia