“O ponto de partida bem que poderia ser a quantificação e a qualificação dos benefícios que todos e cada um podem distribuir para que a economia da Zona Franca de Manaus cumpra firme e permanentemente seus propósitos essenciais de promoção humana e prosperidade social. Ou seja, a cada reivindicação de contrapartida fiscal para setor ou entidades, a explicitação dos benefícios a serem oferecidos.”
É comprovada mais uma vez a solidez do projeto de desenvolvimento Zona Franca de Manaus que permitiu, em plena floresta Amazônica, a criação de um sofisticado parque industrial que contribuiu para conter, agora e ao longo dos anos de sua existência, a expansão do desmatamento, bem como foi base principal para a crescente arrecadação federal e estadual no Amazonas, e da arrecadação municipal de Manaus.
Conduzir motocicletas é uma ação que cresce a cada dia entre as mulheres brasileiras. De acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran),...
Temos feito muito pouco por nós mesmos. Longe de prejudicar os interesses da Federação, investir mais na região os ativos aqui conquistados vai implicar em ganhos mais generosos para a arrecadação do país. Com a evidência dos fatos e dados, e com um cardápio recheado de alternativas que vão agregar resultados para a Amazônia e para o Brasil, podemos dizer o que o bom senso já sabe: a Zona Franca de Manaus não é problema é solução para a Amazônia.
Este quadro só mudará quando o Amazonas tiver uma população com renda que consuma o que possa gerar tributos que sustentem o seu orçamento. Se a ênfase das “vocações” for para exportação, do ponto de vista da arrecadação do estado, há um complicador, porque não há incidência de tributos sobre as vendas ao exterior, nem atualmente e nem na reforma tributária prevista, não tendo o que distribuir.
Na próxima segunda (6) os Diálogos Amazônicos - iniciativa da FGV, através da sua Escola de Economia de São Paulo -, terá mais um novo importante debate