O aniversário de 60 anos não será apenas um marco histórico. Será um insistente convite à atualização do debate. Se o mundo discute mercados de carbono, serviços ecossistêmicos e precificação da natureza, o Brasil precisa reconhecer que possui, na Zona Franca de Manaus, um modelo que articula indústria, soberania e preservação em escala real.
Sem romantizar a indústria, é preciso reconhecer sua função estratégica: ela não é perfeita, mas é ferramenta de estabilização institucional. É o que impede...
Cadeias produtivas locais mais densas. Arranjos regionais com lógica econômica. Parcerias que transformem conhecimento em produção, e produção em desenvolvimento territorial.
O ano de 2025...
"A transição para um modelo de desenvolvimento amazônico baseado em mentofatura descentralizada não ocorrerá espontaneamente nem rapidamente. Requer planejamento estratégico de longo prazo, coordenação...
Agora cabe decidir se vamos nos contentar com o que ela consegue recuperar sozinha ou se vamos assumir a responsabilidade de reconstruir aquilo que já começou a se perder.