Configurar uma política de exportação para a ZFM, nos moldes ensaiados a partir dos anos 90, remete a uma atualização nos processos e nos indicadores de competitividade do modelo
Apenas desburocratizar depois de um ano de (des)autonomia é muita anomalia institucional. Por que tem que ser assim e por que aceitamos que seja assim?
O país precisa compreender com precisão técnica e visão de longo prazo que a vocação industrial da Amazônia serve ao interesse nacional, ao equilíbrio macroeconômico e à consolidação de uma estratégia de desenvolvimento compatível com as transições tecnológica, energética e climática em curso