“ Se a Zona Franca de Manaus é essencial para manter a soberania brasileira sobre a Amazônia, porque vetar seu fortalecimento, por que manter o maldito PPB para evitar que novas indústrias venham para Manaus, ou mesmo atentar contra sua existência, senhor Ministro?”
Como diz Denis Minev, um de seus conselheiros, “O IDESAM tem dado alguns passos para desenvolver uma Bioeconomia um pouco diferente, uma Bioeconomia que não toca nem depreda a floresta, mas retira a inteligência a partir da floresta para desenvolver outros produtos e outras frentes empreendedoras”.
Esta colônia imperial, composta de homens livres e libertários, empreendedores, criativos, atentos às oportunidades regionais, configurou uma economia planejada, um tecido social participativo.
“Ainda bem que nós já sabemos o que não mais queremos, e queremos apenas o respeito às leis que dão suporte aos empreendimentos econômicos locais e regionais, e nosso direito de que a riqueza aqui conquistada seja, em nome da Constituição, aqui aplicada. Nada mais…
“Nós queremos assinalar que os fundos necessários para o polo de Bioeconomia já são produzidos pela indústria. Basta que não sejam mais contingenciados como vem ocorrendo historicamente”.
Novas gerações de empresários da Zona Franca de Manaus olham para a bioeconomia como alternativa para diversificação de negócios em linha com a sustentabilidade