Sobre o segmento do turismo, Périco espera que, daqui 15 ou 20 anos, o Estado ofereça outras atividades para ir além dos muros da capital e levar dignidade, emprego e renda para a população no interior.
Para Wilson Périco, novas matrizes econômicas poderiam tornar a Zona Franca mais independente em relação às decisões de Brasília, com maior poder de autonomia para ditar os rumos do desenvolvimento regional. “´É hora de buscar novas opções para fortalecer a indústria”, afirmou.
As razões do reconhecimento da idoneidade da ZFM, por parte de organismos e instituições sérias, são similares aos motivos que levaram o Congresso Nacional a prorrogar, em 2014, por mais 50 anos, a contrapartida fiscal para ampliar e diversificar este programa de acertos
“É imperativo tratar os desiguais com métricas diferentes. E o desafio é reconhecer na estrutura social os mecanismos tributários capazes de executar essa gestão...