Cientistas brasileiros conduziram uma pesquisa que descobriu uma forma de fazer concreto sustentável com um produto das sementes do fruto amazônico e com ele um importante aliado para trazer redução do impacto ambiental à construção civil, reduzir emissões e criar um potencial mercado de bioeconomia
Alcançando cada vez mais novos e inesperados mercados, e mostrando que o futuro pode ser sustentável e próspero, o PPBio vem ajudando a impulsionar a bioeconomia na Amazônia utilizando recursos da Zona Franca de Manaus e investindo em startups e empresas comprometidas com a valorização de resíduos e produtos da biodiversidade criando inovação, riqueza, emprego e renda.
Diante a crescente preocupação com a poluição de plástico no mundo, e os achados de microplástico dentro de organismos humanos e alimentos, a iniciativa - fruto da colaboração da WTT e do Programa Prioritário de Bioeconomia, o PPBio, gerenciado pelo Idesam - está criando um novo produto a partir da castanha-do-Brasil: o bioplástico da Amazônia.