O problema maior é o seguinte: o desenho da política industrial e a maneira com que o setor se desenvolveu nos últimos 15 anos foi absolutamente equivocado e estava fadado ao fracasso.
Galia Rahav, chefe de doenças infecciosas do maior hospital de Israel, o Sheba Medical Center, disse que parte da queda deve-se a uma tendência das pessoas recém-vacinadas de aderir às regras de bloqueio.
A medida só não afeta aos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), os únicos da categoria que continuarão sendo vacinados durante nesta quinta-feira (21), conforme previamente programado.
Finalmente, cabe uma reflexão: já chegou ou passou da hora de assumirmos o papel que a História nos conferiu. Ora, nessa briga/tragédia recente sobre a falta de oxigênio nas unidades hospitalares, com inaceitáveis perdas de vidas, o que se viu foi a caça às bruxas e suas responsabilidades. A indústria não se meteu na discussão mas assumiu sua mais do que sua obrigação e foi à luta para superar a escassez mortal do oxigênio. Mas ninguém falou que nosso Estado é um dos cinco na Federação que mais paga impostos, ajudando a levar o país nas costas.