Porta-voz de garimpeiros paraenses em Brasília, Wescley Tomaz já se encontrou com Jair Bolsonaro, ministros do governo e representantes da Agência Nacional de Mineração
“Os...
Para pesquisador, aceitação da tese do Marco Temporal apagaria e anistiaria violências decorrentes de decisões tomadas durante a Ditadura Militar, que devastaram e fragmentaram território Xavante e seguem moldando os conflitos vivenciados pelos indígenas
Ser poronga na Amazônia, portanto, significa identificar os arautos da propaganda perversa e mal intencionada que defende o desmatamento para atividades nocivas ao tecido social, ao clima e ao país. Ser poronga é cuidar do meio ambiente e, principalmente, clarear resguardar os direitos civis das 30 milhões de pessoas que aqui vivem, sabem proteger a floresta e devem ser tratados como protagonistas de sua gestão sustentável e da distribuição dos benefícios da prosperidade inteligente e coletiva.
Para o arcebispo, há insensibilidade da parte do governo federal. “O governo federal teria a obrigação, através da Funai, através da fiscalização, de cuidar melhor da nossa Amazônia. Também não sei se existe muito interesse da parte dos governos locais”, criticou.