Por Anna Beatriz Anjos - Agência Pública
Em reunião do Conselho Nacional da Amazônia Legal (CNAL), o então ministro do Meio Ambiente e hoje deputado...
A Frente Parlamentar da Agropecuária reúne 280 membros, 47% de todo Congresso Nacional, e tende a votar em bloco em pautas prejudiciais ao meio ambiente
bancada ruralista
Segundo a ministra da Agricultura, o Plano Nacional de Fertilizantes, que será lançado neste mês, tem o objetivo de alcançar a autossuficiência em 30...
Plano apresentado pelo Ministério da Agricultura pretende introduzir tecnologias de produção sustentável em 72,68 milhões de hectares no Brasil nos próximos nove anos.
A confederação reitera o compromisso do setor com a redução das emissões por meio da adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono e boas práticas agrícolas.
Desenvolver, sem desmatar a floresta é nosso compromisso sagrado. O que nos precisamos é de recursos para qualificar massivamente nossos jovens, construirmos parques tecnológicos de informação, comunicação e biotecnologia. Esta é a maneira mais viável de promover o exercício da cidadania e o desenvolvimento socioeconômico e industrial de que a Amazônia e o Brasil precisam.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.