No Amazonas, diz o IBGE, já temos 2,7 milhões de pessoas entrando no segmento sinistro da vulnerabilidade social. Ou seja, estão sem suas necessidades básicas atendidas. Estão passando fome. A desnutrição leva as crianças ao retardo e a fome no seio da família deixa os adultos à beira da loucura
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas