A nossa população observa, em termos práticos, o retorno social dos investimentos em ciência e tecnologia que o Brasil fomentou desde a segunda metade do século passado e pôde, também, conhecer muitos dos nossos brilhantes cientistas.
Investe-se muito em plantas industriais, enquanto se esquece do potencial da biodiversidade da floresta, seu principal diferencial em termos de potencial de criação de uma base industrial realmente diversificada e enraizada socialmente.