O governo paralelo achou que queimar/desmatar a Amazônia seria um gesto de aliança ou bajulação do agronegócio [...] O tal gabinete não dá trela a esses apelos científicos e tecnológicos, pelo contrário, despreza-os..
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.