Se o país investir no cuidado do seu ímpar patrimônio verde, atendendo às emergências ambientais que se colocam, poderemos nos tornar referência global numa agenda que mobiliza o planeta, além de nos colocarmos novamente em posição privilegiada de competitividade.
Este estudo destaca políticas capazes de reduzir a pobreza e a desigualdade, contribuir para o cumprimento das metas econômicas e setoriais, estimular o crescimento econômico sustentável e tornar o Brasil mais resiliente a futuras pandemias e outros riscos, como as mudanças climáticas e a destruição de ecossistemas.
Adotar esses parâmetros significa direcionar recursos de P&D&I para a produção de alimentos, de medicamentos e de cosméticos, pois nosso banco genético tem soluções surpreendentes para cada um desses setores. Vale lembrar que todos esses segmentos estão previstos nos programas prioritários de Bioeconomia, estipulados pelo governo federal através da Suframa, órgão gestor da contrapartida fiscal e da promoção de investimentos.
O Edital selecionará projetos que favoreçam a inovação, contribuam com o desenvolvimento nacional, estimulem a concretização dos direitos humanos, a redução de desigualdades e a conquista dos objetivos de desenvolvimento sustentável
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo