“Ora, se o propósito é salvar a Amazônia e se a única maneira de protegê-la é atribuir-lhe atividade voltada ao seu desenvolvimento, o caminho é outro. No Dia da Amazônia, em vez do alarmismo publicitário, por que não promover uma campanha de impacto que obrigue o poder público a investir essa dinheirama - R$ 20 bi/ano, pelo menos, nesta Amazônia social e economicamente empobrecida? Esta é a premissa de construção da Amazônia do futuro, proposta do setor privado para nosso amanhã, e do combate à desinformação e a transformação do espalhafato em informação construtiva a favor do Brasil e de nossa Terra”.
"Estamos certos de que o CBA tem potencial de se desenvolver e se estabelecer como um centro de referência, para que possa trabalhar a marca Amazônia..."
“Para além de cestas básicas, precisamos assegurar empregos, mais empregos e múltiplas oportunidades. Precisamos de mais doações pois a demanda é dramática. A magia do verbo repartir é o tônico eficaz da consciência cívica serena. Assim podemos sair de casa com satisfação, segurança e certeza de que estamos no caminho certo, adubando a premissa cívica da solidariedade e da construção da dignidade”