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Centro de Bionegócios da Amazônia, o possível e o necessário

Nesse contexto, perde o sentido a querela política para fazer valer o expediente constitucional e o legítimo anseio da Amazônia em resguardar o acesso a um novo padrão de desenvolvimento e sua inserção no sumário de uma nova civilização brasileira.  

ZFM – do inocente IPI à corrida do CBA

Também não há nenhum indicativo de que os governos federal e estadual consigam antes de 20 ou 30 anos dotar o Amazonas de condições de geração recursos para suprir o orçamento público anual de R$ 25 bilhões e manter o movimento da economia em geral em magnitude equivalente ao que a ZFM proporciona hoje. Por isso, ela é a única opção neste prazo e isto não é desapercebido por Brasília, mesmo porque não há qualquer sinalização de que o governo federal tenha um plano alternativo factível no prazo necessário.

Edital para gestão do CBA será lançado nesta sexta-feira (6/5)

O lançamento do edital ocorre após a autorização da publicização das atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação voltadas a negócios na área de bioeconomia do CBA, ocorrida em meados de março.

Sem a Zona Franca, Manaus andaria 55 anos para trás

A indústria sobreviveu até aqui, e agora está ameaçada por um governo que enxerga o Amazonas e a Amazônia como terras a serem exploradas de forma desordenada.

Amazônia: conhecer para proteger e abraçar

A Zona Franca de Manaus não é massa de manobra política. O povo foi lesado, mas tudo vê, pois não é leso. Apenas se interessa em ajudar o país a entender a obviedade emergencial de abraçar e adotar a Amazônia, sua economia e a proteção deste patrimônio, sua dimensão indígena e  biodiversidade:  um tijolo  orgânico da construção de um país próspero, ambientalmente equilibrado, economicamente rentável, politicamente correto e socialmente justo, como profetizou Samuel Benchimol referindo-se à Floresta. 

Qual é o problema do Brasil com o Amazonas?

E o Brasil precisa dizer porque não adota essa obviedade de negócios sustentáveis. A riqueza da Costa Rica depende praticamente da Bioeconomia. Se a vocação do Centro Oeste é o agronegócio, o nosso Bionegócio é baseado na imitação da Natureza, jamais em sua remoção. A Bioeconomia copia as soluções inovadoras que a ordem natural nos oferece, desde o carrapicho que inspirou o velcro às aves, que nos empurrou a fabricar o avião. Só precisamos de qualificar cientistas, financiar programas e projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação.

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