O imperativo da Economia Verde, os apelos em verso e prosa dos atores regionais, começam a fazer sentido na definição da economia mais coerente do ponto de vista da biodiversidade pujante que descreve a Amazônia, seu bioma e suas oportunidades de superar a pobreza com inteligência, visão de sustentabilidade e a caminho da prosperidade regional.
A Suframa cuida, e bem, da Zona Franca de Manaus de hoje, entendido este hoje como sendo o tangível economicamente enquanto durarem os incentivos fiscais; depois disto ela deve ser extinta.
A pavimentação de uma economia legal na Amazônia, o programa Zona Franca de Manaus, permanece válida na medida em que, nenhuma atividade econômica - disponível no radar de um planejamento estratégico regional - é capaz de substituir as conquistas dessa intuição na geração de empregos, oportunidades e proteção do patrimônio natural.
“Este seria o maior presente à Nação, na festa dos 200 anos de sua Independência, do respeito à economia do Amazonas e da proteção da Amazônia que estamos celebrando neste 5 de Setembro, em nome da sustentabilidade e da prosperidade da região e do Brasil”.