“A Malásia escolheu desmatar é negociar madeira e acabou com suas reservas florestais. As áreas novas e de expansão urbana, em Singapura, são “terras” conquistadas por meio de aterramento marítimo. A tecnologia aí aplicada é algo fascinante. E as florestas conservadas assim continuarão.“
Este discurso é antigo e inclusive institucional do governo brasileiro, embora na prática a direção ainda venha sendo outra, com recorrentes promessas de mudança. Nas áreas desenvolvidas na forma tradicional, já sem floresta, não há mais fármacos a pesquisar nem se pode esperar que ajudem com a chuva, e o discurso, por isso, perde fundamento. Os rios não vão mais “voar”. O meio termo nestas questões não é racional.
E quem vai bancar a antecipação desta utopia? Quem vai assinar a carta de crédito desse mutirão de empreendedorismo? Como transformar nossas instituições de ensino, qualificação técnica, científica e crítica na base que vai amparar o novo tempo de uma economia da sustentabilidade amazônica?
Com a solução, Treevia Forest Technologies aumenta transparência e confiabilidade de dados sobre florestas plantadas e mira o promissor mercado de créditos de carbono
Com extensão de 45 hectares, a usina possui 122 mil painéis solares.
Um dos maiores projetos de geração de energia solar instalado em superfície aquática...
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.