Na Amazônia brasileira, os habitantes dos rios, os pescadores e a maior população indígena do país dependem de rios limpos para alimentação, abastecimento e transporte. Grandes mananciais gerando quantidades colossais de água doce dão a impressão de que esgoto, lixo e outros poluentes não causam problemas porque são apenas temporários e são rapidamente carregados. Mas a realidade é diferente, diz a pesquisadora Salete Almeida da Silva, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.