Isto quer dizer que entre os desafios do poder público, e sem ser novidade, está o de buscar alternativas para ocupar estas pessoas, já que na escolha entre a rentabilidade e o emprego, sobrará sempre o desemprego. Esta variável tem sido e será uma constante.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.