A COP27 será o primeiro grande compromisso internacional do novo presidente Lula, onde a Amazônia será provavelmente o grande foco. No encontro deve ser apresentada a nova política ambiental do país.
As conversas já foram iniciadas, mas, segundo o encarregado de Negócios de Cuba, Rolando Gómez González, as vacinas ainda aguardam aprovação da agência reguladora cubana.
Ao que tudo indica, o Brasil não pretende mudar uma vírgula de sua estratégia diplomática com os EUA de Joe Biden, mesmo sob o risco de intensificar o isolamento político do país.
“Por isso, parece-nos oportuna uma ação do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, cuja missão inclui a captação de investimentos voltados ao desenvolvimento da Amazônia e a conservação de sua biodiversidade e florestas. Além de conhecer perfeitamente as especificidades do bioma, alguns estados estão dotados de competências na esfera das relações internacionais. Para eles, um eventual entendimento com a União Europeia, por exemplo, poderia trazer recursos adicionais para ações de sustentabilidade para a Inclusão digital, a educação de qualidade e para transferência de tecnologias limpas.”
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes