“Precisamos robustecer essa corrente. E com ela abraçar Manaus, sua gente esquecida, ribeirinhos, as populações indígenas, os moradores da sua imensa periferia, os refugiados, os moradores de rua, os desempregados e os ambulantes. Em contrapartida, nós lhes oferecemos a melhor de todas as sensações, aquela que nenhum dinheiro do mundo paga, a sensação do dever cumprido e a alegria que a solidariedade representa, ou seja, uma razão de ser e um sentido para viver.“
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas