“Precisamos robustecer essa corrente. E com ela abraçar Manaus, sua gente esquecida, ribeirinhos, as populações indígenas, os moradores da sua imensa periferia, os refugiados, os moradores de rua, os desempregados e os ambulantes. Em contrapartida, nós lhes oferecemos a melhor de todas as sensações, aquela que nenhum dinheiro do mundo paga, a sensação do dever cumprido e a alegria que a solidariedade representa, ou seja, uma razão de ser e um sentido para viver.“
Aos 50 anos da Abraciclo, os empregos, a produção e os cuidados com a segurança viária mostram a dimensão de uma indústria que sustenta oportunidades na Amazônia. Cabe ao poder público transformar parte da riqueza arrecadada em educação, pesquisa e desenvolvimento regional.